BATIDA NACIONAL

O DJ TÁ NO RITMO, O SUINGUE É ORIGINAL E O PESO DO SOM É O DA…

 

"BATIDA NACIONAL"


Um DJ, uma percussionista e uma atriz. Fernando DeepLick, Lan Lan e Nanda Costa. Em comum, a certeza de que todas as artes se integram e, juntas, brasileiramente, se transformam numa grande festa.

Festa em que a música recebe de braços abertos toda forma de expressão: a poesia, o graffiti, a interpretação, o cinema, o teatro, a dança e o que mais chegar.

Festa em que o coletivo sobrepõem o indivíduo e a tecnologia valoriza o instrumento orgânico, numa mistura de gêneros e ritmos incrementados pelos mais modernos timbres da música mundial.

Batida Nacional é miscigenação, é tropicalismo contemporâneo e globalizado.

Não é só um Brasil verde, amarelo, futebol e samba. É também um Brasil azul e branco, mais sutil, que ultrapassa fronteiras, unindo tradição e modernidade, sem perder a essência jamais.

Na pista, divas como Dolores Duran e Elizeth Cardoso bombam com Tim Maia e classicos do funk como se o ontem, o hoje e o amanhã se eternizassem num só momento. São sets nacionalíssimos feitos para dançar. Ou como diria Jorge Benjor, para animar a festa.

A ideia de ampliar o movimento – originalmente concebido pelo produtor e DJ Fernando Deeplick, o vocalista e guitarrista Alexandre Lima, o produtor e tecladista Robson Nonato e a percussionista Lan Lan – nasceu despretensiosamente, em 02 de agosto de 2014, na última edição da Flip em Paraty, durante uma leitura de Nanda Costa para um trecho do livro "Desde que o samba é samba", de Paulo Lins.

A performance resultou na nova formação da "Batida Nacional", que, daqui por diante, ganha a forma de um moderno caldeirão das artes, recebendo convidados de todas as áreas, de atores a grafiteiros, como Caio Ramirez, e de cantores a escritores.

A segunda parada foi no dia 01 de novembro no Fesival de Cinema de Paraty e a terceira será o Festival de Cinema de Búzios, de 26 a 30 de novembro. Afinal, se a sétima arte é feita essencialmente de som e imagem, nada melhor do que trazer um percussionista e um DJ para dar ritmo a um texto.

 

Agenda atualizada das últimas apresentações:
1. Centro Cultural Rio Verde – SP
2. Festival de Cinema em Paraty – RJ
3. Beco das Garrafas – RJ
4. Reveillon de Paraty 2014 – RJ
5. Solar de Botafogo – RJ
6. Centro Cultural Banco do Brasil (Claro Experiências) – BH
7. Retiro dos Artistas – RJ
8. Evento Rio California – praia do Arpoador - RJ
9. Interculturalidades – Centro de Artes UFF – Niteroi RJ
10. Anistia Internacional – Parque de Madureira – RJ
11. Ilha de Caras 2016 – Angra dos Reis – RJ
12. Festa Gambiarra 8 anos – SP

 

SOBRE OS INTEGRANTES

Fernando Deeplick

É DJ, produtor e idealizador do Batida Nacional. Sua carreira começou nas pistas de dança e rádios do Brasil. Toda sua produção aparece no meio de uma vasta discografia. Acumula múltiplos talentos como músico, enriquece a música brasileira e contribui com projetos de outros artistas para impulsionar o mercado das artes em geral. Lapida e produz grandes nomes nacionais e internacionais, como Shakira, Ricky Martin, John Legend, Ben Harper, Roberto Carlos, Marisa Monte, Seu Jorge, Carlinhos Brown, Shank, Lulu Santos, Ana Carolina, Roberto Carlos. Surpreendeu em seu trabalho mais recente com a produção musical do CD de Carlinhos Brown ''Mixturada Brasileira''e do Gabriel, o Pensador, não somente a produção musical como também a composição de uma faixa em parceria com o cantor, conhecido por suas letras expressivas.

Lan Lan

Elaine Silva Moreira, mais conhecida como Lan Lan, é referência da percussão Latino Americana. Está na pista desde o começo dos anos 90, quando fundou a banda cult Rabo de Saia. Multi instrumentista visceral, faz soar pandeiros , atabaques, berimbaus, timbaus e cajóns, batendo forte o coração da plateia. Sua trajetória abrange bandas que traçam a história da música brasileira. Lan Lan brilhou nos palcos de todo o mundo acompanhando artistas que vão do grupo Titãs a Tim Maia, Ana Carolina, Marisa Monte, Elba Ramalho e Nando Reis. Mas foi a parceria com a cantora Cássia Eller que lhe deu projeção nacional. La Seu primeiro álbum solo e autoral intitulado "Com Ela'' ( Maianga Records) foi lançado em 2002. Por ele, recebeu o prêmio de artista revelação pela APCA (Associação Paulista de Criticos de Arte). O segundo album solo , ''Mi'' (Lab 344), só veio em 2013 e foi produzido com sonoridades eletrônicas pelo Dj Deeplick e Carol Monte. A faixa ''Geminiano'' fez parte da trilha da novela ''Amor eterno amor'', da Rede Globo. Com a Banda Moinho, ao lado dos parceiros Toni Costa e Emanuelle Araujo, emplacou o hit ''Esnoba'' na novela "Beleza Pura", também da Rede Globo, e em todas as rádios do Brasil. Acompanhou a cantora e ícone pop Cyndi Lauper em turnês pela América Latina, Canadá e Riviera Francesa. Fez uma participação especial com o coletivo francês Nouvelle Vague na reinauguração do Beco das Garrafas, mostrando toda sua versatilidade, tocando bateria, percussão, ukulele e cantando uma de suas canções, "Zumzum preguiça", faixa do seu disco ''Mi''. Em 2014, foi convidada a assinar a direção musical de "Cássia Eller – O musical", atualmente em turnê pelo Brasil.

Nanda Costa
Depois de protagonizar o longa metragem "Sonhos roubados", em 2010, e ganhar quatro prêmios como Melhor, Nanda Costa ganhou notoriedade e os atentos olhares de todo o Brasil. Em 2006, com a personagem Madá, na trama da rede Globo, "Cobras & lagartos", Nanda apareceu pela primeira vez na TV. Dois anos depois interpretou um dos papéis mais difíceis de sua carreira ao dar vida à cantora e compositora brasileira Dolores Duran, que morreu prematuramente aos 29 anos, no especial da Rede Globo "Por Toda a Minha Vida". No mesmo ano começou a filmar "Sonhos roubados", interpretando Jéssica. Esse papel lhe rendeu frutos nos anos seguintes. Ainda em 2008, foram lançados três filmes com sua participação, "Sexo com amor?", "Bezerra de Menezes" e "Carmo", além de "Ó Paí, Ó". O ano de 2009 foi especial para a atriz, que ganhou o seu primeiro papel em uma novela do horário nobre: "Viver a vida", de Manoel Carlos. Nos dois anos seguintes a atriz fez participações em seriados como "Clandestinos – O sonho começou" e "Amor em 4 atos", até que voltou às telenovelas em 2011, com a personagem Lilica, em "Cordel Encantado". Já renomada como uma jovem atriz experiente no cinema, mas não muito conhecida pelo grande público, Nanda, aos 26 anos, foi convidada para sua primeira protagonista na TV em uma trama de Gloria Perez no horário nobre da rede Globo, "Salve Jorge", em que interpretou Morena. Atualmente está na novela "Império", vivendo Tuane.